Perto da varanda do meu quarto no primeiro dia em Lima, um pombo na tarde cinzenta de domingo
Em pleno dia das crianças, soube que as minhas sobrinhas estavam maravilhadas nas programações infantis no Parque do Cocó, em Fortaleza. Maravilhoso é descobrir, conhecer e se reconhecer maravilhado, atraído, encantado. Pode ser o simples, mas contando que nos seja a, lgo novo. Desde que cheguei a Lima, no Peru, os sentidos aguçaram. Um cheiro de incenso, um lugar cinzento, de costumeiramente nublado. Frio, mas nem tanto se comparado a Cusco, a cidade onde surgiu a civilização Inca. Aquí, 12 graus, lá, cinco graus.
Ao chegar na tarde de sábado, passar por todos os trâmites no aeroporto local, segui para um Hostal, que nem muda muito dos hotéis que cà encontramos.
Não me sinto perdido. Ando sozinho entre os bairros de Lima, uma das maiores cidades da América Latina, pegando coletivos, táxi e mototáxi (um carrinho em que cabem duas pessoas).
Essa é a primeira postagem no blog, depois de vários meses desatualizados. As primeiras fotos não devem mostrar muito de quem quer ver o Peru dos livros (nem me ver), mas mostram minhas primeiras impressões, e a energia que se pode captar nos enquadramentos em Lima. Um pássaro na varanda do meu quarto, um casal que passeia na tarde de domingo, um motorista que lava seu carro e crianças de um bairro pobre que aproveitam a interdição da avenida aos domingos para jogar volei. Meus sentidos nas primeiras imagens dos primeiros dias de viagem. Aqui, Pacha Mamma (Mãe Terra) me chama. Então vamos!
E um motorista, se nao apaixonado por seu carro, levando a mensagem da paixao alheia, lava sua preciosidade
Criancas de um bairro pobre aproveitam o unico momento em que a rua eh interditada para o unico espaco de lazer no bairro de Gamarro
Uma cidade de cinza, multicores e amores




Leia este blog no seu celular