ACONTECEU NO LIMOFOLIA
Como em todas as edições do Limofolia, desde a micareta de 2005, portanto pela segunda vez (hehe), o Blog do Mel entra na folia para ver, fazer, ou sentir, sem maiores pretensões, o que rola entre quatro cordas. Qualquer semelhança com a edição 2005 não é mera coincidência, até porque neste ano tivemos mais do mesmo, com mais ou menos tempero. Algumas crônicas (boa parte mesmo) foram reeditadas da micareta 2005, mas outras virão...Que falta falar da última noite, inédita até esta postagem.
Tá caro!
Todos os anos, é a mesma ladainha. Os comentários vão de o “abadá está caro” a “tão ‘enricando’ às nossas custas”; mas fica só no comentário mesmo, já que quem mais reclama sempre dá um jeito de comprar... o tal do abadá. E tem o outro que reclama como pobre passa o ano sem dinheiro, mas sempre tem para ir às festas e tomar umas, digo, várias, muitas bebidinhas. Tudo bem, todas.
Jeitinho baiano
Dizem que se brasileiro deixa tudo para a última hora, baiano deixa tudo para duas horas depois disso. O atraso dos baianos da Harmonia do Samba deixou a pipoca polvorosa e o folião de abadá indignado. Os caras tinham que chegar às 10 da manhã, mas trocaram pela noite. Depois de mais uma hora de cera no hotel, mais uma hora testando instrumentos, já era madruga quando o ‘Xande’ começava a rebolar, e as meninas e adjacentes gritarem desesperadamente...
Olha, olha a água mineral
Não, não vou falar da musica do Carlinhos Brown cativa de toda micareta, mas dum boato que rola por aí. Como o ‘bom’ do boato não é a verosimilhança, mas só a ‘falansa’ mesmo... dizem que o Beto Jamaica exigiu tomar banho com água mineral. E ele toma banho?
Limofolia após quatro latinhas...
O (in)feliz não bebia. No máximo uma dose de refri, dessas que fazem dar arrotos e peidos quase orgásmicos. E ficava bem com isso. Mas era Limofolia, que só acontece uma vezita no ano. Não podia perder tempo. Estava solitário. Fazia tempos não beijava – perto de 3 semanas sem dar uns amassos. Era preciso mudar, de politicamente correto para foliamente esperto. Veio a primeira latinha – matou a sede. A segunda já foi para sorrir pro vento. Na terceira, já pulava com a música. A quarta latinha foi-se tão depressa como veio. E veio a razão: era preciso parar. De beber...tudo bem, mas até lá urge ir à caça. Após 4 latinhas foi possível beijar alguém mais feia do que ele. Até aí normal de quem bebe. Com a “coragem” adquirida foi possível receber um NÃO redondo. Mas daí a também beijar uma mais que bela garota – dessas que em sã consciência é possível reconhecer ser muuuita areia pro caminhãozinho – foi o momento de glória. Não tinha rumbora nem zueranet para registrar... mas era fato. Marróia, a menina era uma gata e o beijava como se fosse o ultimo...
Não, não. Foi o primeiro que viu pela frente... ela estava mais bêbada do que ele...
Sem bebida e mulher
Ainda não podemos nos esquecer daqueles que fingem que bebem, só para agarrar com charme artificial as menininhas. Se levar um fora, usa a justificativa de que ele “estava bêbado”.
Na multidão, a mão naquilo
E o legal da micareta é a multidão, o aperto, o roça-roça, a pegação. É como estar num coletivo em Fortaleza, com a diferença que a mulherada até gosta de sentir o volume logo atrás...do trio, claro. Este deixa o povo eufórico, suado , melado. Não há pretexto melhor para a macharada que se acha “tora” tirar a camisa e mostrar o corpo malhado (não à toa se esgoelou um ano na academia) tentando fingir ser a coisa mais natural...só aguardando o olhar da mulherada.
Se tem gente que faz muita coisa, outros são infelizardos. Nada fazem – não conseguem. Ficam só observando feito “Sinira, de Tieta”(desenterrei), os beijos e amassos dos outros. Dos mais românticos aos mais trash, daqueles que a menina nem percebe que já levou até a espinha do cara...argh.




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