De norte a sul do Brasil e por todo o Nordeste, diferentes sotaques se unem numa mesma tradição popular: os festejos juninos e todos os valores que o cercam. Seja na religiosidade, nas comidas típicas, no forró pé-de-serra, nos recadinhos de amor, nas simpatias para arrumar casamento, nas prendas ou quadrilhas ao redor das fogueiras, a tradição de raiz brasileira e semente européia resiste, graças à fé, e se adapta aos novos tempos, no terreiro e no asfalto, no campo e na cidade, na paçoca da barraca de comidas nas quermesses populares à pamonha nas vitrines dos supermercados. No Ceará, as manifestações se “modernizam”, mas os símbolos e valores permanecem os mesmos, retratos vivos da autentica nordestinidade. Será essa nordestinidade mostrada em reportagem especial que fiz para o Diário do Nordeste de domingo próximo. Serão duas páginas, além de um artigo-participação do amigo músico e poeta Khalil Gibran. Após horas de pesquisas e entrevistas com brincantes populares, o resultado me foi satisfatório (nao sei ao leitor, ainda). Vale conferir!




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