ACONTECEU NA LIMOFOLIA
Antes tarde do que mais tarde, apenas hoje me foi possível escrever e destrinchar para os - repito – incontáveis leitores (pode ser um, dois, três, nunca se sabe) o que foi possível ver, fazer e sentir na micareta Limofolia (antes que falem, foi por isso que resolvi usar o "na" no lugar de "no", para associar a "micareta", mais correto e pouca gente lembra.
Quem não foi contemplado no texto..perdoe. Tem o carnaval aí. Quem agradece pela parte que te toca, EU JÁ SABIA! Passada uma semana da micareta Limofolia, não sabia que numa sentada básica pra escrever se tirava tanta coisa...Que merda! Favor, ao final dêem descarga.
Limofolia após quatro latinhas...
O (in)feliz não bebia. No máximo uma dose de refri, dessas que fazem dar arrotos e peidos quase orgásmicos. E ficava bem com isso. Mas era Limofolia, que só acontece uma vezita no ano. Não podia perder tempo. Estava solitário. Fazia tempos não beijava – perto de 3 semanas sem dar uns amassos. Era preciso mudar, de politicamente correto para foliamente esperto. Veio a primeira latinha – matou a sede. A segunda já foi para sorrir pro vento. Na terceira, já pulava com a música. A quarta latinha foi-se tão depressa como veio. E veio a razão: era preciso parar. De beber...tudo bem, mas até lá urge ir à caça. Após 4 latinhas foi possível beijar alguém mais feia do que ele. Até aí normal de quem bebe. Com a “coragem” adquirida foi possível receber um NÃO redondo. Mas daí a também beijar uma mais que bela garota – dessas que em sã consciência é possível reconhecer ser muuuita areia pro caminhãozinho – foi o momento de glória. Não tinha rumbora nem zueranet para registrar... mas era fato. Marróia, a menina era uma gata e o beijava como se fosse o ultimo...
Não, não. Foi o primeiro que viu pela frente... ela estava mais bêbada do que ele...
Na multidão, a mão naquilo
E o legal da micareta é a multidão, o aperto, o roça-roça, a pegação. É como estar num coletivo em Fortaleza, com a diferença que a mulherada até gosta de sentir o volume logo atrás...do trio, claro. Este deixa o povo eufórico, suado , melado. Não há pretexto melhor para a macharada que se acha “tora” tirar a camisa e mostrar o corpo malhado (não à toa se esgoelou um ano na academia) tentando fingir ser a coisa mais natural...só aguardando o olhar da mulherada.
Menininhas...
Essa de se espantar com as menininhas aos agarros já é velha. Moçoilas, menininhas...só se for na idade. Minininfetas isso sim. Tem uma com 15 anos e pelo menos 3...de cama. 3 anos, mas bem que poderia ser três outra coisa...
Satisfação visual
Se tem gente que faz muita coisa, outros são infelizardos. Nada fazem – não conseguem. Ficam só observando feito “Sinira, de Tieta”(desenterrei), os beijos e amassos dos outros. Dos mais românticos aos mais trash, daqueles que a menina nem percebe que já levou até a espinha do cara...argh.
Menina-moça-acompanhante
No Corujão Kids, teve desde a ingênua e doce criançada feliz e encantada à menina-moça, que se acha mais moça que menina. Os pais claro que não pensaram duas vezes ao pagar pelo kids. E a menina passa o tempo no corredor olhando para os camarotes... se não tem nenhuma amiga vendo. Se tiver, diz que “TAVA DE ACOMPANHANTE”.




Leia este blog no seu celular